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Copa Davis Júnior: Brasil estreia com vitória por 2 a 1 sobre o Marrocos

Pignaton e Livas Damázio vencem no Cairo, e a seleção sub-16 começa bem o Mundial por equipes.

Redação Desapego do Tenista, 3 de novembro de 2026. 2 min de leitura.

A seleção brasileira estreou com vitória no Campeonato Mundial sub-16 de tênis, a Copa Davis Júnior. Na segunda-feira, 2 de novembro de 2026, o Brasil bateu o Marrocos por 2 a 1, no Cairo, no Egito.

Cairo Tennis
Foto: Matson Collection, Public domain, via Wikimedia Commons

Como foi o confronto

O duelo teve dois jogos de simples e um de duplas. O Brasil venceu os dois de simples e perdeu as duplas.

Victor Pignaton, capixaba de 16 anos, abriu o confronto. Ele derrotou Samy Iraqui por 6/4 e 6/4, os dois sets com o mesmo placar.

Nas duplas, Pignaton jogou ao lado do paranaense Henrique Vialle. A parceria perdeu por 6/7, 7/5 e 10/8, com o terceiro set decidido no super tie-break. O resultado deixou o confronto em aberto.

Quem fechou a conta foi Livas Damázio, de Cuiabá (MT), que treina na Rede Tênis. Ele venceu Reda El Auoni por 6/4, 6/7 (7/4) e 6/0 e garantiu o triunfo decisivo. Depois de perder o segundo set no tie-break, Livas fechou o terceiro sem ceder nenhum game.

O que vem pela frente

O torneio acontece no Cairo entre 3 e 9 de novembro de 2026, segundo a Confederação Brasileira de Tênis (CBT). Na fase de grupos, o Brasil ainda enfrenta Hungria e Espanha. O objetivo imediato é garantir vaga na fase eliminatória, e a estreia deixou a equipe em posição promissora.

A CBT definiu a lista da equipe, formada por atletas de 16 anos. Pignaton chega embalado: ele ajudou o Brasil a conquistar o Campeonato Sul-Americano da categoria em agosto de 2026.

O time também carrega uma meta de peso. Busca repetir o título da Copa Davis Júnior de 2022, conquistado em Antalya, na Turquia, de forma invicta.

Olho na próxima geração

Torneios por equipes nessa faixa etária mostram o nível dos jogadores que vão aparecer nos circuitos profissionais nos próximos anos. Vale acompanhar os jogos contra Hungria e Espanha para ver como Pignaton, Livas e Vialle se saem em partidas de alta pressão.

Para quem joga, a história também lembra uma coisa simples. Quem está começando precisa de raquete e de bola, e o equipamento usado em bom estado costuma ser um bom ponto de partida. Os jovens que hoje disputam o Mundial em quadras do Cairo um dia também pegaram na primeira raquete.

Fontes

Texto produzido pela Redação do Desapego do Tenista com apoio de inteligência artificial, a partir das fontes acima. Viu um erro? Escreva para contato@desapegodotenista.com.br.

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