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João Fonseca no ranking da ATP: queda para o 46º e fora dos cabeças de chave na Austrália

Sem jogar desde outubro, o número 1 do Brasil perde posições em Paris e não deve ser cabeça de chave no Aberto da Austrália de 2027.

Redação Desapego do Tenista, 6 de novembro de 2026. 3 min de leitura.

O ranking da ATP não perdoa quem fica parado. João Fonseca, número 1 do Brasil, vê a pontuação e a posição escorregarem enquanto os rivais seguem em quadra. Os resultados do Masters 1000 de Paris podem empurrá-lo do 41º para o 46º lugar, de forma provisória.

O que muda com Paris

Segundo o Lance!, a posição 46 ainda não é oficial. Ela só será atualizada depois do encerramento do torneio francês.

O motivo da queda são os adversários que passaram à frente. O francês Luca Van Assche e o português Nuno Borges ultrapassaram Fonseca ao chegar às quartas de final em Paris. O australiano Rinky Hijikata aparece como outro tenista que ameaça superar o brasileiro.

Na semana anterior, Fonseca estava em 40º lugar. Ele perdeu posições por não defender os 500 pontos do título do ATP 500 de Basileia de 2025, conforme o Diário do Litoral. Com 1.200 pontos e na 41ª posição, ele segue como único brasileiro no top 100.

Uma pausa que cobra a conta

Em 17 de outubro, Fonseca anunciou que não disputaria mais torneios oficiais em 2026. Ele desistiu de defender o título em Basileia e de jogar Paris. A lista de desistências inclui ainda Tóquio, Cincinnati, Xangai e o US Open.

Na atualização de 26 de outubro de 2026, ele caiu 12 posições e foi ao 40º lugar, com 1.250 pontos, de acordo com o Francesnews. Antes da pausa, ocupava o 28º posto, dentro do grupo dos 32 cabeças de chave dos principais torneios.

O Mixvale lembra que a ausência nas quadras até dezembro impede o brasileiro de defender pontos em Viena, Basileia, Paris e em um ATP 250 da primeira quinzena de novembro.

Fora dos cabeças de chave na Austrália

Com a posição atual, Fonseca ficou fora dos 32 cabeças de chave do Aberto da Austrália de janeiro de 2027. Isso pesa no sorteio. Sem ser cabeça de chave, ele pode enfrentar adversários mais bem ranqueados já nas primeiras rodadas do Grand Slam.

Em termos práticos: o caminho até as fases decisivas fica mais difícil, porque os grandes nomes podem aparecer logo no início.

O cenário brasileiro e sul-americano

Após a atualização de 26 de outubro, os brasileiros no top 200 eram:

  • João Fonseca (40º)
  • Thiago Wild (111º)
  • Gustavo Heide (113º)
  • João Lucas Reis (186º)
  • Matheus Pucinelli (196º)

O TudoAquiSC aponta que Fonseca é hoje o quinto melhor sul-americano do ranking, atrás de nomes como Francisco Cerundolo e Alejandro Tabilo. Na temporada passada, ele chegou à 24ª posição, a melhor de sua carreira.

O que isso diz para quem joga

O caso de Fonseca é uma aula de como o ranking funciona: ele é uma conta de pontos defendidos e conquistados, e quem não joga vê a pontuação encolher. Para quem acompanha o circuito, vale ficar de olho no sorteio de janeiro, quando o impacto de ficar fora dos cabeças de chave vai aparecer na prática.

E para quem gosta de jogar, a dica é antiga: acompanhar o circuito dá vontade de ir à quadra. Se o equipamento está pedindo troca, o mercado de usados é um bom caminho para renovar a raquete sem pesar no bolso.

Fontes

Texto produzido pela Redação do Desapego do Tenista com apoio de inteligência artificial, a partir das fontes acima. Viu um erro? Escreva para contato@desapegodotenista.com.br.

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