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Justine Lespes: de -4/6 no tênis ao padel e a meta de chegar ao top 20 da França
Ex-tenista de 27 anos deixou os EUA em 2025, descobriu o padel na volta e já fala abertamente em brigar pelo top 20 francês.
Redação Desapego do Tenista, 25 de outubro de 2026. 2 min de leitura.
A transição do tênis para o padel já não surpreende ninguém. Mas a velocidade de Justine Lespes chama atenção. Em pouco mais de um ano de prática, a francesa de 27 anos foi do zero ao ranking nacional, e agora fala em top 20 sem fazer cerimônia.
O perfil dela foi publicado pela Padel Magazine em 24 de outubro de 2026.
Da Aquitânia ao Kansas
Lespes é originária do bassin d'Arcachon, na região de Bordeaux. No tênis, chegou a ser classificada no nível -4/6, um patamar que costuma abrir portas. Abriu para ela: foi o que a levou ao tênis universitário americano.
Em janeiro de 2021, depois que a pandemia de Covid mudou seus planos, ela embarcou para os Estados Unidos. Ficou até maio de 2025, morando no Kansas. Foram mais de quatro anos jogando pelo circuito universitário.
O caso lembra o de outros jogadores que hoje atuam no circuito francês de padel, como Clément Filho e Nicolas Rouanet, que também usaram o nível de tênis para estudar e competir nos EUA.
O padel apareceu na volta
De volta à França, Lespes descobriu o padel. Segundo a Padel Magazine, em pouco mais de um ano de prática ela chegou ao 43º lugar do ranking francês.
Hoje integra a equipe da Padel Reference, site que a entrevistou durante o All Star da Padel Reference, realizado no Padel 33, em Bordeaux.
A meta: top 20
Na conversa, Lespes foi perguntada sobre onde gostaria de estar daqui a dois ou três anos. Aceitou fixar como objetivo entrar no top 20 francês, em tom descontraído. A matéria usa a frase "Pourquoi pas !" ("por que não!") no título.
Um detalhe sobre os números
Há uma diferença que vale registrar. O 43º lugar vem da matéria da Padel Magazine, que não deixa claro qual lista usou. Já o ranking oficial da FFT de setembro de 2026, publicado em PDF pelo mesmo veículo, coloca Lespes na 85ª posição feminina, com 7.915 pontos e subida de 25 posições. Em agosto de 2026, a mesma lista a trazia na 194ª posição, com 3.763 pontos.
Ou seja: pelo ranking oficial da FFT, a evolução também é grande, mas a posição citada na reportagem não bate com a da lista de setembro. Por isso, o número 43 deve ser lido com a ressalva de que é o que a reportagem informa.
O que isso diz a quem joga
Para quem pratica tênis e pensa em migrar para o padel, a trajetória de Lespes sugere que a base do tênis pode acelerar a evolução no padel. E ela, ao menos, não esconde a ambição de ranking.
Se você está nesse caminho, vale lembrar que a troca de modalidade pede equipamento novo, a começar pela raquete. Revisar o que já tem e buscar opções usadas costuma ser uma forma de testar o padel sem pesar no bolso.
Fontes
Texto produzido pela Redação do Desapego do Tenista com apoio de inteligência artificial, a partir das fontes acima. Viu um erro? Escreva para contato@desapegodotenista.com.br.
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