Blog / Notícias do mundo | Tênis

Khachanov troca de técnico, volta à raquete antiga e encara Alcaraz em Viena

Aos 30 anos, o russo largou o protótipo, voltou ao modelo Wilson de sempre e foi às semifinais do US Open 2026 antes de perder em Viena.

Redação Desapego do Tenista, 28 de outubro de 2026. 2 min de leitura.

Karen Khachanov perdeu para Carlos Alcaraz na estreia do ATP 500 de Viena, na terça-feira, 27 de outubro de 2026. O placar foi apertado e o russo chegou ao jogo mexendo em duas peças importantes: o treinador e a raquete.

Karen Khachanov
Foto: Carine06 from UK, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons

O jogo em Viena

Khachanov, de 30 anos e atual 24º do ranking mundial, enfrentou o número 3 do mundo. Alcaraz venceu por 6/4 e 7/6(5), em 2 horas e 4 minutos, e avançou às oitavas de final.

Segundo a ATP, o espanhol chegou a estar atrás por 3/2 no primeiro set. Reverteu a quebra e fechou o parcial. No saque, foi consistente: ganhou 80% dos pontos com o primeiro serviço, 35 de 44.

O resultado aumentou a escrita a favor de Alcaraz. Ele agora lidera o confronto direto por 7 a 0, e Khachanov perdeu pela sétima vez seguida para o rival. A partida também marcou a primeira aparição de Alcaraz no Erste Bank Open desde 2021.

O próximo adversário do espanhol sai do duelo entre Jurij Rodionov e Nikoloz Basilashvili.

Fim de uma parceria de quase dez anos

Antes de Viena, Khachanov encerrou a parceria de quase uma década com o técnico Vedran Martic. O novo treinador é Andrey Chesnokov, ex-número 9 do mundo em 1991.

Em entrevista ao Championat, o russo explicou o motivo: "Precisava de uma nova motivação, de outra pessoa e de novas ideias."

O acordo com Chesnokov é experimental. Vale para Viena e Paris, com possível continuidade em 2027.

A volta à raquete antiga

A outra mudança foi no equipamento. Segundo o Punto de Break, Khachanov ficou cerca de um ano e três meses com um protótipo de raquete. Depois, voltou ao modelo Wilson que usava desde os 19 anos.

O próprio jogador afirmou que o material já não permitia executar naturalmente o que ele treinava.

A Tennis Temple informa que a decisão de voltar à raquete antiga foi tomada na véspera do US Open. Com a raquete e a parceria antigas, Khachanov chegou às semifinais do torneio em 2026.

Depois vieram as quartas de final em Pequim e as oitavas em Xangai, antes da estreia em Viena. A derrota para Alcaraz interrompeu a sequência, mas veio em jogo disputado, com um tie-break no segundo set.

O que isso ensina a quem joga

O caso de Khachanov mostra algo que o jogador amador conhece bem: a sensação com a raquete pesa. Um modelo novo pode ter números melhores no papel e, mesmo assim, não render na quadra se o jogador não se sente natural com ele.

Se você está em dúvida entre manter a raquete de sempre ou trocar, vale testar antes de decidir. Um bom caminho é buscar o modelo usado que você já conhece ou quer experimentar, por um preço menor, e comparar na quadra. Até no topo do circuito, voltar ao equipamento familiar pode ser o ajuste que faltava.

Fontes

Texto produzido pela Redação do Desapego do Tenista com apoio de inteligência artificial, a partir das fontes acima. Viu um erro? Escreva para contato@desapegodotenista.com.br.

KhachanovAlcarazATP 500 de Vienaraquete Wilsontroca de raqueteAndrey Chesnokov

Anúncio grátis, só 10% quando vender

Tem raquete parada? Crie seu primeiro anúncio em 3 minutos.

Criar meu primeiro anúncio
  1. Grave um vídeo curto10 segundos mostrando o item de verdade
  2. Diga o preçoO site mostra quanto custa o novo
  3. Venda e posteA etiqueta dos Correios sai pronta

Mais de Notícias do mundo