Bolinhas de tênis e beach tennis feitas em Jundiaí chamam atenção
Manchete do G1 destaca fábrica paulista que abastece torneios internacionais; cidade também tem programa público e clubes de areia.
Redação Desapego do Tenista, 25 de outubro de 2026. 2 min de leitura.
Uma manchete do G1 de 24 de outubro de 2026 chamou a atenção de quem joga: "De Jundiaí para o mundo: conheça a fábrica que produz bolinhas de tênis e beach tennis para torneios internacionais". A bolinha que rola nas quadras de torneios lá fora pode ter saído do interior paulista.

O que a manchete diz
O título do G1 afirma que uma fábrica de Jundiaí, no interior de São Paulo, produz bolinhas dos dois esportes para competições internacionais. Os detalhes da reportagem não foram conferidos para esta matéria. Isso inclui o nome do fabricante, a marca, a capacidade de produção e os clientes no exterior. Para esses pontos, vale ler a matéria original no G1.
Há uma pista antiga circulando na internet. Um site de listas genéricas, o Diário do Estado, traz o dado de que uma fábrica em Jundiaí produz 30 mil bolinhas de tênis por mês. O número vem de um texto antigo, com cerca de 2.004 dias no metadado, e não há confirmação de que valha hoje. Trate como referência histórica, não como retrato atual da fábrica.
Jundiaí respira raquete
A cidade tem uma cena de esportes de raquete bem ativa, o que ajuda a entender por que a notícia chama tanto atenção por lá.
- Programa público: a Prefeitura de Jundiaí mantém desde 2022 o "Praia Tênis". Segundo a prefeitura, as aulas têm todo o material necessário fornecido pelo município, e os professores são certificados pela Confederação Brasileira de Tênis.
- Clubes privados: o VTennisTeam se apresenta como complexo de tênis, beach tennis e padel desde 2012, com quadras para locação e torneios amadores e de alto nível. O clube afirma que o beach tennis é hoje um dos esportes que mais crescem no Brasil. É uma avaliação do próprio clube, sem pesquisa citada.
- Estrutura de areia: o TOP Tennis & Beach informa ter 8 quadras de areia, usadas para beach tennis e vôlei de praia, além de 2 quadras de saibro para tênis. Seu Circuito de Beach Tennis tem quatro etapas ao longo do ano.
O que isso significa para quem joga
Bolinha é item de consumo. Perde pressão, alisa o feltro e vai para o fundo da sacola. Saber que existe produção nacional voltada a torneios internacionais é um bom sinal para quem acompanha o mercado de equipamentos, ainda que os detalhes dependam da reportagem completa.
Para o jogador, a conta é prática. Bolinha nova e bem conservada faz diferença no jogo, e o mercado de usados também funciona para esse tipo de item. Quem tem lotes de bolinhas pouco usadas, raquetes paradas no armário ou equipamento de beach tennis que não usa mais encontra no desapego uma forma de dar nova vida ao material e aliviar o custo de quem está começando.
Fontes
Texto produzido pela Redação do Desapego do Tenista com apoio de inteligência artificial, a partir das fontes acima. Viu um erro? Escreva para contato@desapegodotenista.com.br.
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