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Brusque Open de Tênis chega à 3ª edição com 206 atletas e torneio de um ponto

Evento em Santa Catarina reúne jogadores a partir de 4 anos, tem entrada gratuita e aposta em uma disputa em que quem erra o único ponto está fora.

Redação Desapego do Tenista, 25 de outubro de 2026. 2 min de leitura.

O Brusque Open de Tênis chegou à terceira edição em outubro de 2026 com um número que chama atenção para um torneio local: 206 participantes. Os jogos foram de sexta-feira, 23, a domingo, 25 de outubro de 2026, em Brusque (SC).

Head Extreme
Foto: Martin Dawes, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons

Do infantil ao adulto

O Open aceitou jogadores a partir de 4 anos, o que ajuda a explicar o tamanho da inscrição. As partidas começaram às 8h e foram divididas entre dois clubes da cidade: a Sociedade Esportiva Bandeirante e o Clube Esportivo Guarani.

A entrada foi gratuita para quem quis assistir. O organizador, o empresário Artur Klann, apresentou a programação em entrevista à rádio Diplomata FM em 21 de outubro de 2026.

Na abertura das inscrições, o torneio foi descrito como exclusivo para atletas de Brusque. Ou seja: é um evento da comunidade local, não um circuito profissional.

A novidade: um ponto, uma chance

A principal aposta da edição foi o One Point Tennis House, disputado no sábado, 24 de outubro. Foram 64 atletas em chave eliminatória, mas com uma regra radical: a disputa é de um único ponto. Errou, perdeu.

O jornal O Município, que apoia o evento, publicou uma galeria do torneio com o título "Errou, perdeu".

Os prêmios também chamaram atenção:

  • Campeão: uma raquete Head Extreme MP
  • Vice: um tênis ON Running The Roger Pro

Por que o formato pega

O torneio de um ponto muda a lógica do tênis. Não existe virada de placar, nem tempo para o saque pegar ritmo. O jogador precisa começar o ponto já concentrado, com a empunhadura firme e a tensão da corda no ponto certo.

Para quem organiza torneios amadores, o formato tem outra vantagem: é rápido, fácil de entender e bom para o público. Funciona como atração extra num fim de semana de jogos longos, sem tirar o espaço da competição tradicional.

O que isso diz sobre o tênis amador

O Brusque Open mostra um movimento comum no esporte fora dos grandes centros: torneios regionais que misturam crianças e adultos, usam o clube como ponto de encontro e criam formatos para atrair gente nova. A terceira edição com mais de 200 inscritos indica que há demanda por competição local.

Na sua quadra

Quem joga torneio amador sabe que o equipamento pesa na cabeça antes do primeiro ponto. Raquete que você conhece, cordas com tensão testada e um par de tênis já amaciado ajudam mais do que gadget novo na véspera.

É aí que o mercado de usados ajuda: dá para chegar bem equipado a um Open sem pagar preço de lançamento. Modelos como a Head Extreme, prêmio do campeão em Brusque, costumam aparecer usados em bom estado. Confira o grip, o estado do encordoamento e as marcas de impacto no aro antes de fechar negócio.

Fontes

Texto produzido pela Redação do Desapego do Tenista com apoio de inteligência artificial, a partir das fontes acima. Viu um erro? Escreva para contato@desapegodotenista.com.br.

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